Sobre

Imagem de 2003
1990

Fundação

1992

Desenvolvimento do primeiro projeto demonstrativo de manejo florestal da Amazônia, cuja operação foi realizada em uma área de 250 hectares, em Paragominas (PA), entre 1993 e 1994. Resultados e publicações originados da iniciativa possibilitaram que a região possua atualmente mais de 3 milhões de hectares manejados.

Imagem de 2003 © Embrapa Acre
1998

Realização da primeira oficina sobre manejo florestal comunitário da Amazônia, que promoveu a troca de experiências entre 12 iniciativas mapeadas. Ponto de partida para que quase uma década depois, em 2007, a região contasse com mais de 1.500 projetos de comunidades tradicionais.

2000

Pesquisa em parceria com o Banco Mundial sobre a dinâmica do boom-colapso serviu de referência para a elaboração de políticas públicas de combate ao desmatamento e criação de unidades de conservação na Amazônia.

Estudos contribuíram com o Programa Nacional de Florestas (PNF) e o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC).

Pesquisas sobre ecologia do mogno, madeira tropical mais valiosa à época, foram essenciais para sua inclusão na lista de espécies ameaçadas da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora (Cites).

Publicação de uma série de estudos em parceria com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

2002
Imagem de 2003 (c) Ibama/Reproducao

Atuação direta na criação da Floresta Estadual (Flota) do Mogno, no Acre, com 143.897 hectares.

2004
Imagem de 2003 © Rafael Araújo/Imazon
2005

Índice de Diferença Fracionária Normalizada (NDFI, sigla em inglês para Normalized Difference Fraction Index), desenvolvido em 2003 pelo pesquisador Carlos Souza Jr., foi lançado oficialmente à comunidade científica após validação em campo, por meio de um artigo publicado na revista Remote Sensing of Environment. Esse índice tem servido para monitorar a degradação da floresta na Pan-Amazônia e em outros biomas e já foi utilizado em mais de 50 artigos científicos no mundo.

Apoio técnico para a criação de 13 Unidades de Conservação (UCs), que somam cerca de 22 milhões de hectares. Dessas, seis foram em parceria com o governo do Pará: as Florestas Estaduais (Flotas) de Faro, do Iriri, do Paru e do Trombetas, a Estação Ecológica (Esec) Grão Pará — a maior UC tropical do planeta — e a Reserva Biológica (Rebio) Maicuru, que juntas possuem 13 milhões de hectares. As outras sete foram em parceria com o governo federal, no Amazonas e no Pará, ao longo da BR-163: as Florestas Nacionais (Flonas) do Amanã, do Crepori, do Jamanxim e do Trairão, os Parques Nacionais (Parnas) do Jamanxim e do Rio Novo e a Área de Proteção Ambiental (APA) do Tapajós, que congregam 6,4 milhões de hectares.

2006

Pesquisas sobre o setor florestal e concessões florestais contribuíram de forma decisiva para a elaboração da nova Lei Nacional de Gestão de Florestas Públicas (11.284/2006).

Imagem de 2003 © Márcio Nagano/Flota de Faro

Participação na criação da Rede Amazônica de Informação Socioambiental Georreferenciada (Raisg).

Imagem de 2003
2007

Parceria inédita com o Ministério Público Federal (MPF) e os Ministérios Públicos Estaduais (MPEs) para monitorar a ocorrência de desmatamento ilegal sobre as áreas protegidas nos estados do Pará, Mato Grosso, Amapá e Roraima.

Desenvolvimento do Sistema de Monitoramento da Exploração Madeireira (Simex), instrumento pioneiro no mundo em detectar a extração de madeira e avaliar sua legalidade.

Estudo sobre pecuária contribuiu para a criação de uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN), que exige a regularidade ambiental e fundiária para as concessões de crédito na Amazônia).

Lançamento do Programa Município Verde em Paragominas, no Pará. Essa iniciativa resultou em uma drástica redução do desmatamento e no aumento expressivo do Cadastro Ambiental Rural (CAR). Com isso, o município foi o primeiro a deixar a lista crítica de desmatamento do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).

2008

Lançamento do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), que monitora mensalmente o desmatamento e a degradação florestal em toda a Amazônia Legal por meio de imagens de satélite. Desenvolvida desde 2006, essa foi a primeira iniciativa de monitoramento remoto desses danos feita sociedade civil no mundo.

Estudo sobre pecuária contribuiu para a criação de uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN), que exige a regularidade ambiental e fundiária para as concessões de crédito na Amazônia.

Imagem de 2003

Auxílio ao Ministério Público Federal (MPF) na elaboração do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) da pecuária no Pará, conhecido como "TAC da Carne". Esse instrumento foi fundamental para a maior fiscalização da cadeia e o aumento do (CAR)

Além disso, o Imazon contribuiu com informações técnicas para a criação de cerca de 3 milhões de hectares de UCs estaduais no Sul do Amazonas.

Estudos sobre a Lei de Crimes Ambientais contribuíram para o aperfeiçoamento das estratégias de combate ao desmatamento. Entre elas, mudanças para acelerar a doação de bens apreendidos e a disseminação da lista de imóveis embargados.

Imagem de 2003 © Ideflor-Bio
2009

Publicações contribuíram para a criação do Programa Federal de Manejo Florestal Comunitário e Familiar (PMCF).

Imazon foi uma das instituições-chave na 'Carta Aberta das Empresas Brasileiras' a favor de um acordo climático na Conferência do Clima de Copenhague, a COP-15. Essa iniciativa foi reconhecida pelo Secretário Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) como uma das mais importantes na fase preparatória do evento.

Imagem de 2003 © Rafael Araújo/Imazon

Parceria com a Google para desenvolver o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) na plataforma Earth Engine (EE).

Imagem de 2003
2010

Apoio à criação dos parques nacionais do Juruena e dos Campos Amazônicos, no Sul do Amazonas, que somam cerca de 3 milhões de hectares.

Co-liderança do projeto “Pecuária Verde” em Paragominas (PA), que tinha o objetivo de ampliar as boas práticas produtivas, de bem-estar animal e de condições de trabalho no setor.

2011

Apoio à concepção e implantação do Programa Municípios Verdes (PMV) do governo do Pará. A política pública foi aplicada em 105 cidades das 144 existentes no estado, abrangendo cerca de 1 milhão de km² e beneficiando mais de 5 milhões de pessoas. Com isso, municípios paraenses deixaram a lista crítica de desmatamento do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

Trabalho pioneiro de monitoramento do desmatamento em assentamentos na Amazônia contribuiu para a criação do Programa Assentamentos Verdes, do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Parceria com o Instituto Centro de Vida (ICV) para aplicação do Sistema de Monitoramento da Exploração Madeireira (Simex) em Mato Grosso.

2012
Imagem de 2003 © Rafael Araújo/Imazon
Imagem de 2003 © EBC
2013

Participação no lançamento do Sistema de Estimativa de Emissões de Gases de Efeito Estufa do Brasil (Seeg), a primeira iniciativa desse tipo no hemisfério. O Imazon foi responsável pela atualização das estimativas de emissões do setor de mudança no uso da terra para todos os biomas do Brasil.

Apoio à concepção e implementação da Lista de Desmatamento Ilegal (LDI) do Pará.

Elaboração do Plano de Manejo do Parque Estadual do Utinga, em Belém (PA). Com a média de 40 mil visitantes por mês, o território é atualmente uma das unidades de conservação de maior visitação da Amazônia.

Publicação do primeiro relatório com base no Índice de Progresso Social (IPS) em escala subnacional no mundo, que mediu a qualidade de vida em todos os 772 municípios da Amazônia Legal, chamado de “IPS Amazônia”. Novas publicações foram feitas em 2018, 2021 e 2023. A partir de 2024, os dados passaram a ser lançados anualmente por meio do IPS Brasil.

O Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Imazon foi uma das inspirações para o World Resources Institute (WRI) na construção da plataforma Global Forest Watch (GFW), ferramenta de monitoramento do desmatamento que possibilitou, pela primeira vez, o acesso em tempo real a imagens de satélite, mapas e crowdsourcing das florestas do mundo.

Contribuição para a elaboração e implementação do Programa Territórios Sustentáveis nos municípios de Oriximiná, Terra Santa e Faro, na região Norte do Pará, que somam 120 mil km².

2014
Imagem de 2003 © Márcio Nagano/Imazon
Imagem de 2003 © Márcio Nagano/Imazon

Elaboração do Sistema Integrado de Gestão Ambiental (Sigam), que auxilia na descentralização da gestão ambiental municipal.

2015

Protagonismo na concepção e desenvolvimento da rede MapBiomas, que tem o objetivo de mapear anualmente as mudanças no uso e cobertura da terra no Brasil.

Criação do Programa Agentes Ambientais Comunitários (AAC), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio) do governo do Pará. A iniciativa já formou mais de 100 voluntários para liderar ações de proteção e educação ambiental no estado.

Imagem de 2003 © Vitória Leona/Imazon
2017

Lançamento do FloreSer, sistema de monitoramento da vegetação secundária da Amazônia disponibilizado no Google Earth Engine (GEE).

Estudos contribuíram com recomendações para a implementação do Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg), cuja meta é restaurar pelo menos 12 milhões de hectares de florestas até 2030.

2018

Pesquisas auxiliaram o desenvolvimento do Sistema de Cadastro e Regularização Fundiária (Sicarf), lançado pelo Instituto de Terras do Pará (Iterpa).

Apoio direto na criação da Área de Proteção Ambiental (APA) Jará, localizada em Juruti (PA). A unidade de conservação municipal tem 4.850 hectares.

Lançamento, em parceria com outras instituições, do Portal Proteja, a maior biblioteca digital sobre áreas protegidas do Brasil.

2019
Imagem de 2003 © Márcio Nagano/Imazon

Lançamento do projeto Amazônia 2030, em parceria com outras instituições, com objetivo de criar um plano de desenvolvimento econômico e social para a região. A iniciativa já contou com a contribuição de mais de 120 pesquisadores renomados e publicou mais de 80 estudos.

Criação da Rede Simex, integrada pelo Imazon, ICV, Idesam e Imaflora, com objetivo de mapear anualmente a extração madeireira em toda a Amazônia Legal e avaliar a legalidade da atividade nos estados com planos de manejo públicos.

2020
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2021

Atuação na coordenação técnica da plataforma MapBiomas Água, que monitora a superfície hídrica do país.

Lançamento da PrevisIA, plataforma que utiliza inteligência artificial para indicar as áreas sob maior risco de desmatamento na Amazônia Legal.

Apoio à expedição que encontrou a maior árvore da Amazônia e a 4ª maior do mundo, na Floresta Estadual (Flota) do Paru, no norte do Pará. Trata-se de um angelim-vermelho de 88,5 metros de altura, o equivalente a quase 2,5 vezes o tamanho do Cristo Redentor, com idade estimada em 600 anos.

2022

Lançamento do Radar Verde, iniciativa que visa mostrar quais são os frigoríficos e os varejistas que têm as práticas mais efetivas para barrar a carne oriunda do desmatamento ilegal da Amazônia.

Início do mapeamento das áreas úmidas na Pan-Amazônia, em parceria com a Raisg e o MapBiomas Água.

Pesquisa com 3,5 mil processos judiciais por desmatamento ilegal na Amazônia motivou o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) a lançar o Protocolo para Julgamento de Ações Ambientais.

Estudo sobre regularização fundiária contribuiu com decreto federal nº 11.688, que direcionou a titulação de terras para conservação.

2023
Imagem de 2003 © Márcio Nagano/Imazon

Estudo sobre pecuária contribuiu para a criação do Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas em Sistemas de Produção Agropecuários e Florestais Sustentáveis (PNCPD), que visa recuperar e converter até 40 milhões de hectares de pastagens de baixa produtividade em áreas agricultáveis em dez anos.

Lançamento do Portal JusAmazônia, que permite o acompanhamento de ações civis públicas relacionadas a crimes ambientais na Amazônia Legal.

Imagem de 2003 © WWF

Contribuição com sete enunciados aprovados na I Jornada de Prevenção e Gerenciamento de Crises Ambientais, organizada pelo Conselho da Justiça Federal (CJF). Esses textos funcionam como diretrizes para orientar juízes de todo o país em decisões relacionadas à temática ambiental.

2024

Lançamento do Índice de Progresso Social (IPS) para todos os 5.570 municípios brasileiros, o IPS Brasil. Essa foi a maior aplicação do IPS no mundo em relação ao número de territórios analisados.

Imazon passou a integrar o conselho técnico do Programa de Pecuária Sustentável do governo do Pará, que tem a rastreabilidade bovina como uma das metas.

Lançamento do Programa Grande Tumucumaque colocou o Imazon no rol das instituições que atuam com o monitoramento da biodiversidade na Amazônia.

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