Padrões, Problemas e Potencial da Exploração Madeireira ao Longo do Rio Amazonas e do seu Estuário (n°4)

Padrões, Problemas e Potencial da Exploração Madeireira ao Longo do Rio Amazonas e do seu Estuário (n°4)

padroes_problemas_e_potencial_gBarros, A. C., & Uhl, C. 1997. Padrões, Problemas e Potencial da Exploração Madeireira ao Longo do Rio Amazonas e do seu Estuário. Série Amazônia (Vol. 4, p. 42). Belém: Imazon.

Neste trabalho, caracterizamos a estrutura do setor madeireiro dessa região, considerando o número, tipos e distribuição espacial das serrarias. Em seguida, analisamos as diferentes formas de exploração, transporte, processamento e comercialização da madeira no que diz respeito a investimentos e lucratividade para as indústrias. Finalmente, descrevemos o potencial de expansão da indústria madeireira e oferecemos um ensaio para o desenvolvimento do setor florestal na Amazônia. Em 1991 havia 1.295 indústrias madeireiras em funcionamento. Dessas, 1.191 eram pequenas serrarias (com serras circulares), com produção média de 650 m 3 de madeira serrada por ano; 98 eram serrarias de porte médio (com serras de fita), cuja produção média era de 3.500 m 3 ; e 6 eram grandes fábricas de laminados e compensados, que produziam em média 33.850 m 3 por ano. Juntas, essas indústrias geraram pelo menos 28.500 empregos e produziram 1,3 milhão de m 3 de madeira, ou 31% da produção de todo o Estado do Pará.

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Padrões, Problemas e Potencial da Extração Madeireira ao Longo do Rio Aamazonas e da seu Estuário