Imazon 35 anos: Trabalhos pioneiros sobre pecuária na Amazônia contribuíram para redução do desmatamento pelo setor

Instituto tem sido referência em diagnósticos e recomendações para a atidade com foco na conservação e no aumento da produtividade

13/07/25

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Por Fernanda da Costa, coordenadora de comunicação do Imazon

Pecuária na Amazônia (Foto: Márcio Isensee e Sá)
Pecuária na Amazônia (Foto: Márcio Isensee e Sá)


As pastagens têm ocupado a maior parte das áreas desmatadas na Amazônia, o que fez a pecuária ser um dos principais temas de pesquisa do Imazon. Em seus 35 anos de atuação, o instituto foi responsável por trabalhos pioneiros que estimularam a redução do desmatamento do setor, bem como a adoção de melhores práticas de produção.


A pecuária na Amazônia já era um dos temas de pesquisa do co-fundador e mentor do Imazon, Christopher Uhl, mesmo antes da criação do instituto, em 1990. Na organização, porém, o primeiro estudo sobre a temática foi o artigo “Economics and ecological perspectives on ranching in the eastern Amazon“, publicado em 1994 na revista World Development. De autoria de Uhl e de Marli Maria Mattos, o trabalho abordava que aproximadamente 10% da floresta amazônica oriental tinha sido convertida em pastagem entre 1960 e 1990 e já classificava como “fraco” o desempenho da pecuária na região, o que colocava em risco a sustentabilidade da atividade a longo prazo.

No final da década de 90, outros estudos também alertaram sobre a necessidade de melhorar o desempenho da pecuária para torná-la sustentável. São exemplos disso “Ranching in the Brazilian Amazon in a national context: economics, policy and practice“ e “Subsidies, efficiency, and inequality: the ranching sector in the Brazilian Amazon“, ambos de 1997.

Criação de gado no Pará retratada em reportagem de ((o))eco, publicada em 2019 (Foto: Marcio Isensee e Sá/((o))eco)
Criação de gado no Pará retratada em reportagem de ((o))eco, publicada em 2019 (Foto: Marcio Isensee e Sá/((o))eco)

Mapeamento inédito dos frigoríficos


Na década de 2000, com a expansão da pecuária e do desmatamento relacionado à atividade na Amazônia, a temática ganhou ainda mais força no Imazon, com novas pesquisas. Um exemplo é o relatório “Pecuária na Amazônia: tendências e implicações para a conservação“, publicado em 2005. Nesse trabalho, o instituto já chamava a atenção para fatores como o “acesso relativamente fácil a terras públicas” e a “baixa aplicação da lei florestal” entre as causas do crescimento da devastação para a produção de carne na região. Por isso, a pesquisa recomendava tanto o combate à ocupação ilegal de áreas públicas, inclusive por meio da criação de áreas protegidas, quanto o aperfeiçoamento da gestão ambiental em terras privadas, orientações que seguem necessárias até hoje, 20 anos depois.

Ainda em 2005, o instituto realizou a primeira primeira grande missão de campo relacionada ao setor: visitar todos os 65 frigoríficos cadastrados no Sistema de Inspeção Federal (SIF) do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O trabalho contou com participação da pesquisadora Ritaumaria Pereira, que atualmente também é diretora executiva do instituto. Engenheira agrônoma formada pela Universidade Federal da Bahia (2001) e com mestrado em Economia Aplicada pela Universidade Federal de Viçosa (2003), ela ingressou na instituição em 2004 para apoiar os estudos sobre exploração madeireira, mas acabou migrando no ano seguinte para o tema da pecuária, que havia abordado na dissertação e no qual atua até hoje.

“Naquele momento, havia uma limitação de informações sobre os frigoríficos com inspeções estadual e municipal. Então, obtivemos os endereços apenas dos que estavam sob inspeção federal, que fomos visitar. A gente saía do Imazon com uma lista de locais, um GPS na mão, uma máquina fotográfica profissional enorme e um celular pequenininho que só servia para ligar das capitais. Além do desafio de chegar nos estabelecimentos, havia a desconfiança em nos passar informações. Então, mesmo contando com apoios de instituições com atuação nos locais, como a Embrapa, alguns frigoríficos não quiseram nos receber, principalmente no Sul do Pará”, lembra a especialista.

Trabalhadores em frigorífico da Amazônia (Foto: Arquivo Imazon)
Trabalhadores em frigorífico da Amazônia (Foto: Arquivo Imazon)

As visitas mostraram que 61 estabelecimentos estavam ativos, dos quais 47 deles forneceram informações para o Imazon. “Foi um feito muito grande, porque era o primeiro trabalho de mapeamento dos frigoríficos com inspeção federal da Amazônia, e a gente conseguiu obter dados de 77% deles. Com isso, conseguimos entender os preços de frete e do boi, as distâncias percorridas e os mercados nacional e internacional”, lembra a especialista.

Informações consideradas essenciais por Pereira para apoiar políticas públicas para o setor, que à época passava por uma ampliação. “Vários estados estavam começando a ser classificados como livres de febre aftosa, o que abria o mercado para fora do Brasil”, completa. As análises dessa coleta de dados realizada nos frigoríficos embasaram pesquisas nos anos seguintes, entre elas “A pecuária na Amazônia Legal: extensão da produção e de mercados“, de 2008, e “Os desafios para uma pecuária mais sustentável na Amazônia“, de 2009.

Estudo impactou na redução de desmatamento


Uma das publicações mais impactantes do Imazon no tema foi o livro “A Pecuária e o Desmatamento na Amazônia na Era das Mudanças Climáticas“, de 2008. O estudo mostrou a responsabilidade do setor na derrubada da floresta e na emissão de gases do efeito estufa, além de indicar que o governo brasileiro continuava estimulando a devastação pelo setor por meio de crédito rural subsidiado.

Autor do trabalho, Paulo Barreto conta que o resultado foi divulgado na capa de um grande jornal e estimulou o Conselho Monetário Nacional (CMN) a exigir que o crédito rural fosse concedido apenas para fazendeiros que cumprissem regras ambientais. Essa medida evitou cerca de R$ 2,9 bilhões em empréstimos entre 2008 e 2011, o que ajudou a prevenir o desmatamento de mais de 2.700 km² de floresta — uma redução de 15% no desmatamento do bioma no período, segundo análise da Climate Policy Initiative.

A determinação de que o crédito rural não financie fazendas que violaram leis ambientais vem sendo fiscalizada com mais rigor recentemente tanto por bancos comerciais como pelo Banco Central, como mostra o relatório “Lições da Expansão da Pecuária Bovina no Brasil (2000-2023) para uma Produção Sustentável e Eficiente“, publicado em 2025 pelo Imazon dentro do projeto Amazônia 2030. “Esse resultado mostra que o estudo de 2008 vem prevenindo que centenas de milhões de reais sejam usados por fazendeiros envolvidos com desmatamento ilegal”, afirma Barreto.

De olho no TAC da Carne

Outro impacto do estudo de 2008 foi estimular o Ministério Público Federal (MPF) a iniciar uma investigação sobre o papel do crédito rural no desmatamento. Essa ação foi desdobrada em uma análise do órgão sobre os frigoríficos que compravam carne de fazendas embargadas por desmatamento ilegal. Como resultado, a partir de em 2009, várias empresas que adquiriram produtos de áreas embargadas assinaram Termos de Ajustamento de Conduta (TAC) nos quais se comprometeram a comprar gado apenas de fazendas livres de desmatamento. Série de compromissos que ficou popularmente conhecida como “TAC da Carne” ou “TAC da Pecuária”.

Desde então, o Imazon vem acompanhando o desempenho desses acordos por meio de vários estudos. Em colaboração com a Universidade de Wisconsin, o instituto mostrou que esses compromissos estimularam os produtores que vendem gado para os frigoríficos signatários do acordo a registrarem suas fazendas no Cadastro Ambiental Rural (CAR), uma das demandas do TAC. Essa análise consta no estudo “Did Ranchers and Slaughterhouses Respond to Zero-Deforestation Agreements in the Brazilian Amazon?“, de 2015.

Pesquisador Paulo Barreto no evento Forest Day, em 2011 (Foto: Arquivo Imazon)
Pesquisador Paulo Barreto no evento Forest Day, em 2011 (Foto: Arquivo Imazon)

Entretanto, outros estudos do Imazon demonstram que o impacto do acordo tem sido menor do que o potencial esperado para reduzir o desmatamento. Há duas principais explicações para isso, conforme Barreto. A primeira é que os órgãos públicos dificultam o acesso às informações sobre o transporte de gado. E a segunda é que os financiadores e os varejistas ainda são lenientes com o desmatamento.

Essas conclusões estão em dois estudos que mapearam a localização dos frigoríficos e a extensão de risco de desmatamento nas regiões de compra do gado de cada empresa: “Os frigoríficos vão ajudar a zerar o desmatamento da Amazônia?“, de 2017, e a “A cadeia de produção de carne continua contribuindo para o desmatamento na Amazônia”, de 2023.

“Ao longo desses 16 anos de TAC, o Imazon tem sido peça fundamental tanto na disponibilização de dados para o MPF, como o mapeamento dos frigoríficos, quanto na divulgação dos resultados das auditorias”, comenta Pereira.

Além disso, o instituto tem uma cadeira na Câmara Técnica do TAC da Carne, grupo de trabalho criado pelo MPFpara auxiliar na implementação e acompanhamento dos acordos. “Nesse grupo, avaliamos os resultados das auditorias, participamos das análises feitas e damos sugestões ao MPF”, explica a pesquisadora. Segundo ela, um dos objetivos do Imazon é que os termos alcancem também os fornecedores indiretos, que são os produtores que comercializam gado para as fazendas que vendem diretame aos frigoríficos.

Atualmente, apenas esses fornecedores diretos das empresas frigoríficas são alvo dos acordos. “Estudos mostram que as fazendas que vendem gado diretamente para os frigoríficos que assinaram o TAC reduziram o desmatamento. Então, a gente espera que isso também seja alcançado nos fornecedores indiretos”, completa a pesquisadora.

Pecuária Verde em Paragominas


Outra atuação de destaque do Imazon na temática foi a co-lideança do projeto “Pecuária Verde” em Paragominas, no Pará. A iniciativa foi criada em 2011, em conjunto com o Sindicato de Produtores Rurais do município. Conforme Barreto, que coordenou o projeto, o sindicato queria ampliar as melhores práticas produtivas, de bem estar animal e de condições de trabalho que vinham sendo adotadas por alguns fazendeiros. Para promover essas técinas, no entanto, era necessária a documentação individual do desempenho produtivo, social e financeiro das fazendas.

“Os líderes do grupo, Mauro Lúcio Costa e Pércio Lima, viam que o setor estava sendo penalizado e corria riscos de mercado por fazendeiros que desmatavam, degradavam e adotavam trabalho análogo à escravidão”, lembra o pesquisador, que conta ter aceito o convite da dupla para conduzir a pesquisa tanto pela relevância do tema quanto pela confiança que os dois tinham no sindicato.

Barreto conta que Mauro Lúcio demonstrou ao mesmo tempo paixão pelo setor, desejo de uma solução coletiva, visão estratégica e honestidade para reconhecer os problemas a serem enfrentados. “Além disso, ele mostrava profissionalismo ao buscar os melhores consultores e possuía detalhada documentação de seus custos e receitas”, completa.

Vaqueiro movimentando gado em Paragominas, segundo estudo do Imazon (Foto: Rafael Araújo/Imazon)
Vaqueiro movimentando gado em Paragominas, segundo estudo do Imazon (Foto: Rafael Araújo/Imazon)


Entre os consultores contratados pelo projeto estavam pesquisadores experientes como os professores da Universidade de São Paulo (USP) em Piracicaba Moacyr Corsi, que orientou as mudanças de manejo do pasto, e Ricardo Ribeiro Rodrigues, que realizou a análise dos ajustes necessários para a recuperação florestal das fazendas. Também integrou o time de consultoria o docente Mateus Paranhos da Costa, da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Jaboticabal, responsável pelas recomendações em relação ao bem-estar animal. No Imazon, Barreto e o economista Daniel Silva ficaram responsáveis por analisar o desempenho produtivo e financeiro das fazendas, bem como a satisfação dos trabalhadores.

O resultados do projeto foram publicados no relatório “O aumento da produtividade e lucratividade da pecuária bovina na Amazônia: o caso do Projeto Pecuária Verde em Paragominas“, de 2014. Segundo a publicação, as fazendas que receberam orientação aumentaram a produtividade de 5 para 20 arrobas por hectare ao ano, quatro vezes mais do que as outras. Além disso, também alcançaram maior lucratividade e satisfação dos trabalhadores (65% contra 44%). “Esses resultados comprovam que melhorar o desempenho econômico e social é viável, desde que haja planejamento do uso do solo, restauração ambiental e valorização da mão de obra”, ressalta Barreto.

No entanto, o estudo alertou que fatores como a falta de regularização fundiária, o baixo índice de arrecadação de multas ambientais e a impunidade ainda limitavam a adoção de práticas sustentáveis em larga escala. Situação que persiste atualmente, conforme o já citado relatório “Lições da Expansão da Pecuária Bovina no Brasil (2000-2023) para uma Produção Sustentável e Eficiente“, de 2025.

O estudo mais recente propôs medidas para destravar investimentos e fortalecer a governança ambiental como caminho para transformar a pecuária na Amazônia. Entre elas, estão: reforçar e acelerar o combate ao desmatamento, direcionar crédito à melhoria de produtividade, concentrar infraestrutura em áreas prioritárias e combinar demandas produtivas e ambientais.

Radar Verde: em busca da transparência

Para tratar do lento avanço do cumprimento de acordos da pecuária, o Imazon e o instituto O Mundo Que Queremos criaram em 2022 o Radar Verde, iniciativa que visa mostrar para os consumidores e os investidores quais são as empresas que possuem as ações mais efetivas para barrar a entrada de produtos oriundos do desmatamento ilegal da região.** “Mapeamos quais são as políticas de controle da ilegalidade dos frigoríficos com inspeção federal ou estadual na Amazônia Legal e dos maiores varejistas do Brasil, além de avaliar e comparar o grau de aplicação dessas regras”, explica Pereira.

Com atualização anual, o Radar Verde identificou que algumas empresas melhoraram seus mecanismos de controle de 2023 para 2024, mas que a falta de fiscalização dos fornecedores indiretos ainda faz com que nenhuma delas consiga comprovar a legalidade dos seus produtos. “Vimos iniciativas para fiscalização desses fornecedores em poucos frigoríficos e ainda muito incipientes”, comenta Pereira.

Além disso, o Imazon publicou por meio do Radar Verde uma série de estudos sobre as políticas ambientais da China, da União Europeia e dos Estados Unidos que podem impactar as exportações brasileiras de carne por causa da relação do mercado com a derrubada ilegal da Amazônia. “Algumas instituições financeiras começaram a usar o Radar Verde para questionar as empresas frigoríficas sobre seus compromissos contra o desmatamento”, completa Barreto.

Pesquisadora Ritaumaria Pereira apresentando Radar Verde na COP 27, no Egito (Foto: Imazon)
Pesquisadora Ritaumaria Pereira apresentando Radar Verde na COP 27, no Egito (Foto: Imazon)

Em 2024, o Imazon também apresentou os resultados do Radar Verde para um grupo de trabalho (GT) da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de

Dinheiro (ENCLA), coordenado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e com participação de vários órgãos de controle. Conforme Barreto, esse GT fez recomendações para aprimorar os sistemas de rastreabilidade da pecuária com objetivo de evitar a corrupção e a lavagem de dinheiro associadas ao setor e ao desmatamento ilegal.

“O interesse da ENCLA indica um crescimento expressivo do escrutínio sobre a pecuária ilegal. O convite para participar do GT foi um reconhecimento expressivo do valor do Radar Verde como ferramenta para demonstrar quais empresas estão mais comprometidas a ficarem livres da ilegalidade”, afirma o pesquisador.

Amazônia 2030: como desenvolver a pecuária sem desmatamento

O Imazon também tem publicado sobre pecuária no já citado projeto Amazônia 2030, criado pelo instituto em parceria com o Centro de Empreendedorismo da Amazônia, o Climate Policy Initiative (CPI) e o Departamento de Economia da PUC-Rio. As pesquisas sobre a atividade dentro da iniciativa têm como objetivo indicar os melhores caminhos para que ela se torne sustentável na região.

O primeiro estudo de pecuária do projeto foi “Políticas para desenvolver a pecuária na Amazônia sem desmatamento“, de 2021. Relatório que ajudou na formulação do “Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas em Sistemas de Produção Agropecuários e Florestais Sustentáveis (PNCPD)“, lançado em 2023. A política pública visa recuperar e converter até 40 milhões de hectares de pastagens de baixa produtividade em áreas agricultáveis em dez anos.

O projeto também resultou em outros dois estudos: “Da ‘escassez’ à abundância: O caso da pecuária bovina na Amazônia“, de 2024, e o já mencionado “Lições da Expansão da Pecuária Bovina no Brasil (2000-2023) para uma Produção Sustentável e Eficiente“, de 2025. O mais recente mostra que o avanço da produtividade agropecuária no Brasil tem sido impulsionado por pressões públicas e privadas, incentivos econômicos e exigências ambientais.

“Políticas como o PPCDAm (Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal) e a Moratória da Soja reduziram em até 80% o desmatamento entre 2003 e 2012. Além disso, a restrição à derrubada da floresta levou produtores a intensificarem o uso das áreas e a demanda da China por carne de maior qualidade estimulou investimentos em melhorias de pastagens e outras técnicas que elevaram a produtividade”, resume Barreto. Com isso, o estudo demonstra o potencial de integrar políticas públicas e de mercado para acelerar a adoção de práticas mais sustentáveis e com maior potencial de contribuição para o desenvolvimento regional.

Rastreabilidade no Pará

O valor das pesquisas sobre pecuária do Imazon também foi reconhecido pelo governo do Pará. Em 2024, o instituto passou a fazer parte do conselho técnico do “Programa de Pecuária Sustentável“. Esse conselho, de caráter consultivo e composto por representantes do governo, da indústria, dos produtores rurais e de outras organizações não governamentais, foi instituído com a finalidade de apoiar o Conselho Gestor do Sistema Oficial de Rastreabilidade Bovídea Individual do Pará (SRBIPA), uma iniciativa que tem como meta identificar individualmente todos os bovinos e bubalinos em trânsito no estado do Pará até 2026.

Esse apoio se dá principalmente por meio da oferta de análises técnicas, ambientais e jurídicas, que contribuem para fundamentar decisões estratégicas. Além disso, é papel do conselho técnico elaborar estudos e apresentar recomendações que fortaleçam o desenvolvimento e aprimoramento do sistema. “O que temos destacado nas conversas do conselho é sobre a importância de agir prioritariamente nas áreas sob maior pressão”, ressalta Pereira.

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