Identifying bias in stand-level growth and yield estimations: a case study in eastern Brazilian Amazonia.

Identifying bias in stand-level growth and yield estimations: a case study in eastern Brazilian Amazonia.

artigocie38Valle, D., Schulze, M., Vidal, E., Grogan, J., & Sales, M. 2006. Identifying bias in stand-level growth and yield estimations: A case study in eastern Brazilian Amazonia. Forest Ecology and Management, 236(2-3), 127-135.

O incremento volumétrico comercial baseado em parcelas permanentes tem sido freqüentemente utilizado para determinar ciclos e intensidades de corte que não resultem no esgotamento dos recursos madeireiros da floresta, e que, portanto são compatíveis com manejo florestal sustentável.

Nós avaliamos três fontes potenciais de viés no incremento a partir de dados de longo prazo provenientes do monitoramento da recuperação da floresta após uma Exploração de Impacto Reduzido (RIL) e Exploração Convencional ou Predatória (CL) no leste da Amazônia: (1) duração do monitoramento florestal; (2) diâmetro à altura do peito (DBH) mínimo incluído nas medições; (3) árvores com defeitos. Intervalos curtos de monitoramento, inclusão de árvores de classes de tamanho não comercial e falha em levar em conta as árvores com defeito resultaram em sobre-estimativas do incremento volumétrico comercial anual entre o primeiro e segundo corte. Nós descobrimos que essas fontes de vieses aumentam drasticamente as estimativas de incremento volumétrico durante o ciclo de corte projetado de 30 anos. Sem controlar por esses vieses, o incremento volumétrico foi estimado em 1.14 e 0.18 m 3 ha -1 ano -1 para RIL e CL, respectivamente; corrigido por estes vieses o incremento diminuiu para 0.18 e 0 m 3 ha -1 ano -1 para o período de 30 anos. Nós propomos métodos alternativos para calcular e reportar o incremento volumétrico comercial.

O artigo está disponível para assinantes no website da revista Forest Ecology and Management ( http://www.elsevier.com/locate/foreco ).