Preços de Produtos da Floresta: uma década de pesquisa e divulgação

Preços de Produtos da Floresta: uma década de pesquisa e divulgação

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Guimarães, J., Amaral, P., Pinto, A., Gomes, I. Preços de Produtos da Floresta: uma década de pesquisa e divulgação. Belém: Imazon.

 

Os Produtos Florestais Não Madeireiros (PFNMs) exercem um papel importante na subsistência e na geração de renda para milhões de famílias que vivem e dependem das florestas em países em desenvolvimento. De acordo com a FAO (2014), cerca de 80% da população desses países usam esses produtos, seja como alimento, remédio, cosmético ou na confecção de utensílios e abrigo. Todavia, os PFNMs têm baixa representatividade na economia formal. Em 2017, o Brasil gerou uma renda de R$ 1,5 bilhão ou US$ 490 milhões[1] na comercialização de PFNMs, porém esse valor representou apenas 0,02% do PIB brasileiro (IBGE, 2018a; 2017b).

Este documento pretende indicar os possíveis caminhos para ampliar a percepção da sociedade sobre o valor da floresta em pé como provedora de serviços socioambientais e de recursos naturais que se convertem em produtos que alimentam, vestem, abrigam, embelezam e/ou curam milhões de pessoas no mundo, informações sobre esses valores precisam ser geradas e amplamente disseminadas. Nas seções que se seguem, são expostos os produtos mais frequentes e os dados obtidos ao longo de uma década de pesquisa. Para esta análise, foram considerados apenas oito produtos nas coletas semanais de preços nos municípios de Belém/PA, Breves/PA, Gurupá/PA e Santana/AP. Esses produtos também se destacaram na pesquisa anual do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre extrativismo vegetal e silvicultura (IBGE, 2017a).

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